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7Jul.

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O desacoplamento magnético entre os sistemas, a robustez do sistema elétrico brasileiro e os cuidados do ONS com a estabilidade garantem uma chance muito baixa de o Brasil ser impactado em caso de novos apagões dos países vizinhos, como ocorreu no último 16 de junho, quando Argentina e Uruguai sofreram um colapso e ficaram até nove horas sem luz.

Segundo o ONS, “a interconexão com outros países por meio de conversoras é uma medida de proteção física capaz de desconectar tais sistemas e evitar o desbalanço que cria o efeito cascata em eventos desta natureza”.

Além disso, a robustez do sistema elétrico brasileiro, juntamente com as ferramentas computacionais de simulação dinâmica utilizado pelo ONS, garantem a operação do SIN sempre em região confiável, precavendo que as possíveis oscilações dos países vizinhos possam se propagar em território nacional, criando um efeito dominó.

Durante a ocorrência do apagão na Argentina e Uruguai, o sistema brasileiro também se mostrou estável. Além de não ter sofrido com qualquer queda, também atuou no envio de energia para ambos os países para ajudá-los no processo de restabelecimento do fornecimento.

Segundo o informativo diário (IPDO), o intercâmbio para a Argentina, via conversoras Garabi I e II foi nulo pelo bloqueio automático. Já para o Uruguai o intercâmbio deu-se via a conversora de Rivera das 12h13 às 15h30 para atendimento à Argentina. Além disso, via a conversora de Uruguaiana, das 13h11 às 14h43 e das 15h22 às 17h15 para atendimento ao Uruguai.

Para o intercâmbio internacional estavam programados 417 MW médios, mas foram realizados 281 MW médios. Por Garabi I foram exportados 57 MW médios, na Garabi II 212 MW médios, 10 MW médios por Rivera e mais 2 MW médios por Uruguaiana.

O principal ponto de interconexão elétrica do Brasil com seus países vizinhos é justamente na conversora de Garabi junto à Argentina com capacidade de cerca de 2 GW, por meio de onde é feita a importação e exportação de energia daquele país. Esse talvez seria o único ponto capaz de trazer algum desequilíbrio ao setor elétrico nacional, porém, seria necessário a combinação de diversos fatores simultâneos e é justamente em cima destas condições que o ONS atua preventivamente para garantir a estabilidade do SIN.

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