COTESA Engenharia

O Brasil alcançou o marco de 59 GW de capacidade instalada em energia solar, que já trouxe R$ 266,8 bilhões em investimentos, gerou 1,7 milhão de empregos e evitou 88,1 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera.

Mas junto com esse crescimento, surgem novos desafios.

Na Intersolar South America, evento do qual a COTESA Engenharia participou, um tema esteve em evidência: o curtailment – cortes de geração que, em 2022, representavam apenas 0,7% da energia produzida, mas que em 2025 já alcançam 20%, acumulando prejuízos bilionários e travando projetos.

Especialistas reforçaram que não falta geração, falta carga. E o caminho apontado é claro: armazenamento de energia. Com o uso em larga escala de baterias, a redução nos cortes poderia chegar a 69%, garantindo segurança jurídica, eficiência e ambiente propício a novos investimentos.

O setor aguarda o marco regulatório do armazenamento e o Leilão de Reserva de Capacidade de baterias previsto para 2026, que pode transformar a forma como lidamos com as fontes intermitentes e consolidar a energia solar como protagonista da matriz.

A COTESA Engenharia é responsável pelo O&M de 11 parques fotovoltaicos, somando 3,2 GW de potência instalada, sendo parceira estratégica do setor elétrico brasileiro e importante player do mercado de geração solar centralizada.

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